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O que é pesquisa clínica e como funciona?

Pesquisa Clínica em São Bernardo do Campo

JOIN Pesquisa Clínica é um centro de pesquisa clínica localizado em São Bernardo do Campo, São Paulo, dedicado à condução de estudos clínicos com acompanhamento de participantes conforme os requisitos de cada protocolo.

Entenda as Fases da Pesquisa Clínica

Para avaliar a eficácia e a segurança de medicamentos, cosméticos, produtos para a saúde ou vacinas, são realizados estudos clínicos, ou seja, pesquisas científicas com seres humanos realizadas para gerar e analisar dados, como resultados de exames, eventos adversos, materiais biológicos e respostas a questionários (exames, eventos adversos, materiais biológicos, questionários, entre outros).

A pesquisa clínica pode ser conduzida em um único centro ou em vários centros, no Brasil e/ou em outros países, conforme o protocolo de pesquisa.

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FASE PRÉ-CLÍNICA

Nesta fase, o produto em investigação é avaliado em modelos laboratoriais e, quando aplicável, em animais, para obter dados iniciais de atividade, toxicidade e farmacocinética para a coleta de dados sobre eficácia, toxicidade e farmacocinética. Posteriormente, o medicamento poderá ser testado em seres humanos.

FASE I

Geralmente corresponde às primeiras avaliações do produto em seres humanos, após os estudos não clínicos necessários.

Ocorre em um pequeno grupo de participantes e objetiva uma avaliação preliminar da segurança, da tolerabilidade e do perfil farmacocinético, com foco na análise da relação entre dose e efeito, da duração do efeito e dos possíveis efeitos colaterais.

FASE II

Os estudos são realizados com um grupo maior de participantes que apresentam a condição investigada.

O objetivo desta fase é avaliar a segurança em curto prazo, a relação dose-resposta e sinais de eficácia do produto. Se os resultados forem promissores, o produto seguirá para a fase III.

FASE III

É a última fase antes do registro do produto no mercado, caso ele seja aprovado.

Os estudos de fase III costumam incluir grupos maiores de participantes e podem ser multicêntricos e internacionais, conforme o produto e o protocolo.
O objetivo principal é avaliar eficácia e segurança, ou seja, a relação risco-benefício a curto e longo prazo e o valor terapêutico do produto.
São avaliados os tipos e os perfis das reações adversas mais frequentes. Quando o estudo é randomizado, os participantes são alocados por sorteio a grupos definidos no protocolo, que podem incluir grupo investigacional e comparador.

Após a realização de todas as etapas, as autoridades regulatórias — no Brasil, a Anvisa — avaliam os resultados e, se forem satisfatórios, autorizam o registro do produto.

FASE IV

Nesta fase, o medicamento já foi aprovado e já pode ser comercializado.
Após o registro, estudos de fase IV podem avaliar efetividade, segurança em uso mais amplo, novas reações adversas, interações e outros aspectos definidos no protocolo.

Essa fase permite monitorar o valor terapêutico, novas reações adversas, a frequência com que as reações surgem e as estratégias de tratamento.
Fonte: ANVISA (Anvisa, Lei nº 14.874/2024), SBPPC

Rua Baffin, nº 293, sala 33 – Jardim do Mar – São Bernardo do Campo/SP

CEP: 09750-620 | Telefone: +55 11 96625-7980 | CNPJ: 39.304.869/0001-65

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